02/06/2008

Uma deusa

me morde
me arranha
me amassa

reinventa
desinventa
e me deixa
o mesmo:

- o outro
de sempre.

3 comentários:

Anônimo disse...

...Então, cheguei aqui...
Andei distante, senti saudade de versos lindos. O seu poema, Wilson, como todos os outros, é lindo! Mais, não sei dizer.
Deixo beijo...

Míriam Monteiro - http://migram.blog.uol.com.br

sôdoida disse...

É pra morder, é? Tão tá: NHAC, NHAC, NHAC!!!! :-| Bjo, querido!

Loba disse...

Perfeito!!! tem todos os elementos instigantes que eu adoro! rs...
Mas acho bom repensar esta coisa de pedir pra ser mordido, viu? olha que posso resolver fazer cia à shi... e vc vira "era uma vez um poeta..." rs...
beijo na boca!